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MAPA ASTRAL E MORTE



Quando comecei a estudar astrologia, fiz a opção de não estudar a casa da morte enquanto a duração da vida de alguém. Não sei ver pelo mapa astral de uma pessoa se ela terá vida longa ou curta. Essa atitude vem de uma visão filosófica: é melhor se estar preparado para a morte a cada momento, como também a preocupação com a morte pode tirar o prazer de usufruir a imensidão da vida.

Já atendi pessoas que tiveram a previsão de morte por outros profissionais, e não morreram na data indicada, mas "quase" morreram, passando por cirurgias delicadas na data ou incidentes que poderiam ter sido fatais.

Na história da astrologia, há uma história interessante com a questão da morte e astrologia. Na época de Cromwell (Inglaterra, 1599-1658), um astrólogo previu sua morte por enforcamento. Quando Cromwell morreu de morte natural, o astrólogo sofreu descrédito de seu trabalho. Mas em 1660, a "Câmara dos Comuns" decretou a morte de Cromwell por enforcamento. Assim, tiraram o corpo do caixão, e realizaram o enforcamento. Essa morte decretada, morte para o esqueleto e para a alma, também deve ter sido uma morte para Cromwell.

Um aspecto que acho interessantíssimo na astrologia é que o mapa astral de nascimento continua agindo depois da morte da pessoa. E assim, os trânsitos planetários que o mapa da pessoa desencarnada recebe vão marcando acontecimentos relacionados a ela. Trânsitos planetários no mapa de Fernando Pessoa aconteceram quando novos textos dele foram descobertos depois de sua morte. Também existiam trânsitos planetários marcantes no mapa astral de Carl G. Jung quando sua obra se difundiu pelo mundo. Após a nossa morte, continuaremos a ter trânsitos planetários que nos trarão mudanças, expansão e obstáculos.

Assim, o mapa astral de nascimento fala de uma essência nossa que não morre.

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Denise Astrologia

animadenise@uol.com.br